
A voz que se levanta o ruído
Hasteado na brisa
Que me toca nos ombros
A tua boca as tuas mãos de água
Ora deslizante ora íntima sedentária
O vento breve que me esculpe em músculos
Cada vez mais sensíveis
A onda que no ar se acende
Entre o rumor da história e o cheiro das tílias
A carne que vai morrer mas também
O suor o sabor de quem amo
E bebo
E canto
Para que não se perca nada
Para que nada se perca enquanto
O meu sexo amaciado nas tuas águas
Se ajuste à curva do céu
E o meu dorso esmagado pelo dorso do mundo
Encontre no chão da casa o repouso
De quem não tem repouso apenas
Paixão.
Casimiro de Brito
6 comentários:
Obrigada pela visita... Estou muito ocupada este semestre, é meu ultimo semetre na faculdade, então já viu né!
Assim que tudo acalmar-se virei aqui mais vezes.
Beijos.
Querida amiga e poetisa Maria!
Adoro passear pelo seu blog e deleitar-me com seus conteúdos!
Seu poema "Apenas Paixão" é de extremo lirismo, beleza e sensibilidade. Meus parabéns!
Beijos de luz e poéticos em teu coração!
POETA CIGANO - 12/03/2010
carlosrimolo.blogspot.com
Obs:Obrigado pelas palavras de carinho em meu Blog. Beijos!
Olá, sabe que não paro de me surpreender com seu blog, aqui, não encontro apenas poemas encontro amor, sensibilidade, encontro a paz adorei!
com carinho
Hana
Minha amiga......
Chego aqui e mergulho!!!!
Em sonho....na mais linda poesia!
Beijo carinhoso amiga querida
Bea
ufffffffffff, muy apasionado tu escrito.
besos
Olá Maria
Mais um lindíssimo poema que connosco partilhas.
É sempre um prazer e uma emoção passar por aqui e ler as belas mensagens que nos deixas.
Beijinhos
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