
Sem base pra firmamento...
asfixiado valsa pelo ar
como tonta borboleta perdida em desatino.
Falta um sopro...um norte...um rumo
nesse seu infinito inventado.
Despenca do ar como gota de orvalho
e pousa nas terras do meu corpo.
...docemente.
Os lábios á procura dos meus
feito planta em desatino.
E pleno...
deposita o pólen doce de suas asas.
Rosy Moreira
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