
Os sonhos doem,
porque são forjados na solidão,
nos labirintos e nos becos,
da alma que se encontra vazia.
Os sonhos doem,
porque são sonhos sós,
sem previsão ou certeza,
da alma que espera muito.
Os sonhos doem,
porque são desejos desenhados,
em paredes do pensamento,
da alma que espera luz.
Os sonhos doem,
porque são cara e coroa,
luz e escuridão,
da alma que viaja.
Os sonhos doem,
porque são castelos de areia,
que o vento não perdoa,
se a alma não é crente.
Santaroza
Um comentário:
Preciosos poema querida amiga
Dreams herido,
son castillos de arena,
que el viento no perdona
¡Que verdad es esa¡
Feliz fin de semana
besitos, Isabel
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