
Eu vou cantando aqui minhas canções
que são como resinas adoçadas
esmagachadas no correr da noite.
Vou apertando aqui os meus rosais
um meu amor e grande, em cada rosa,
um beijo meu em cada broto brando...
Eu vou cantando no correr da noite
uma cantiga por ninguém cantada...
(Pablo Neruda - do livro: O rio invisível)
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