
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
Florbela Espanca
10 comentários:
escrito muy sensible, como su titulo.
besos
Ah Maria... eu também amo assim, mas não sou a única dona de mim.
Mas, sou dona dos meus sentimentos e, estes, eu os enfeito com laços de cetim.
Nossa, tão lindo o que ela escreveu.
Bjos
Glória
Maria ,sorrir forçadamente doce do hélio de mim para você
Lindo poema como sempre.
Abraços
Bom dia.
Lindo poema!
Um grande abraço.
Maria venha participar de nossa festa de 1 ano do blog 'Nossa poesia de cada dia' e pegar o Sêlo comemorativo.
Bjs!
Amiga, adoro esse poema da Florbela Espanca. excelente escolha.
bjs
Maria
Passando para lhe desejar um bom fim de semana.
Um grande abraço.
Maria, boa tarde!
Sou um Professor,com formação em Biologia e Química, que busca a divulgação do Verde Vida. Postamos imagens ricas e textos simples, dedicados à causa ambiental/humanística. Visite-nos e opine, quando puder.
Sua página é sensível e generosa.
Felicidades em sua jornada!
Estou ficando preocupado com você.
Esta tudo bem com você???
Espero que sim.
Abraços de saudades
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