
Do tempo que eu não tinha medo...
Das minhas noites tranqüilas,
Do dia chuvoso e nublado...
Ah... saudade! Por que me aniquilas?!...
Saudade
Da paz que nem eu sabia que tinha...
Do jardim colorido e molhado
Da rosa que era só minha,
Do beijo ingênuo e roubado!...
Saudade
Do sorriso alegre no rosto,
Dos olhos que ainda brilhavam!
Do cheiro, do toque e do gosto,
Dos lábios que se encontravam!...
Saudade
Das tuas mãos nas minhas,
Do abraço quente e apertado,
Do sino e das andorinhas,
Do amor eterno jurado!...
Ginna Gaiotti
Um comentário:
Olá Maria!
O tempo é inclemente, cruel
nada consegue ser mais verdade
no fundo, é esse o seu papel
fazer-nos sentir eterna saudade
Tem sido muito bom descobrir os poetas e as poetisas brasileiras que, pela distância, me eram de todo desconhecidos. Beijos.
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